Due diligence e monitoramento de terceiros, o elo mais frágil do programa. A sua empresa pode ser responsabilizada por ato de um fornecedor. Estruturamos a defesa antes do problema chegar, com processo, contrato e vigilância contínua sobre quem atua em nome do seu negócio.
Regras claras de relacionamento com fornecedores e parceiros, com critérios de entrada, permanência e desligamento.
Classificação dos terceiros por risco, para saber onde vale a diligência aprofundada e onde basta o básico.
Fluxo de conheça o seu fornecedor, com verificação proporcional ao risco antes de contratar e ao longo da relação.
Cláusulas anticorrupção e de proteção de dados nos contratos, para transferir obrigação e sustentar a defesa da empresa.
Acompanhamento contínuo e reavaliação periódica dos terceiros. O risco muda, e o controle acompanha.
Capacitação da área de compras e suprimentos, para que o processo seja seguido de verdade, e não só documentado.
Mapeamos a base de fornecedores e a exposição atual. Você vê quem entra sem critério e onde o risco de terceiros está concentrado.
Desenhamos política, matriz de risco, fluxo de due diligence e as cláusulas contratuais, ajustados à realidade da empresa.
Implantamos o processo junto com a área de compras e capacitamos o time. O controle passa a fazer parte da rotina de contratação.
Reavaliação contínua dos terceiros e evidência organizada, pronta para auditoria, licitação e diligência de clientes.
A Carla é auditora ISO 37001 e 37301 e instrutora LEC, com atuação em LGPD e privacidade de dados. A gestão de terceiros é onde a maioria dos programas falha, e é exatamente o ponto que um auditor testa. Aqui, o processo é construído para resistir a esse teste, integrado ao compliance e aos contratos da empresa. Rigor técnico, com o envolvimento de quem senta com você.
Porque a empresa pode ser responsabilizada por ato de fornecedor ou parceiro que age em seu nome. É o ponto que foge do controle direto e, por isso, o mais cobrado em auditoria e diligência. Estruturar a gestão de terceiros é fechar essa porta.
A verificação é proporcional ao risco. Fornecedor de baixo risco passa por checagem simples; o de risco alto exige análise aprofundada antes de contratar e reavaliação ao longo da relação. A matriz de risco define o nível de cada um.
Integra, e é parte dele. A gestão de terceiros é um dos pilares do programa de integridade. Quando a empresa ainda não tem o programa completo, estruturamos as duas frentes de forma alinhada.
Contempla. Quando o terceiro trata dados pessoais em nome da empresa, entram cláusulas de proteção de dados e critérios de avaliação específicos. Fornecedor também é porta de entrada de risco de privacidade.
Serve. O escopo é ajustado ao tamanho da base de fornecedores e ao risco de cada relação. O que não muda é o rigor do processo.
Comece pelo diagnóstico da sua base de fornecedores. Você descobre onde está exposto e recebe o caminho mais curto para uma gestão de terceiros que protege a empresa antes do problema.